Tuesday, January 05, 2010

Simples como um pão com manteiga

Um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
            
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
            
Ela pensou:
            
"Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
            
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
            
- Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
            
Moral da história:
            
1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.

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Já que estamos começando um novo ano, comecemos com novas atitudes. Mais positivas, mais otimistas, mas compreensivas e mais respeituosas. Com certeza teremos um ano/Vida muito feliz se agirmos dessa forma!

Beijos, flores e muitos sorrisos!
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14 Deixaram aqui suas Palavra(s) de Amor:

looking4good

Wow... pois é verdade! A minha mulher ainda me dá as asas do frango pensando que é a parte que gosto mais (e fica com as coxas...na verdade, dá-las mais aos filhos)!
E eu ja fiz 25 anos de casado... será que tenho de esperar pelos 50? lol Uma boa semana :)

Pelos caminhos da vida.

"A Amizade é o perfume da vida".
Realmente, a amizade é o perfume da vida pois é ela que faz soprar sobre nós o aroma do Companheirismo e do Amor.

Obrigada pelo seu carinho.

Feliz 2010!

beijooo.

Andre Martin

Concordo!

Esses desentendimentos malucos por mera omissão de diálogo ou por assumir coisas que não são sequer discutidas ou confirmadas, não acontecem só nas novelas brasileiras, que dá até raiva de assistir o repetitivo clichê cansativo de nunca ninguém dizer o que precisa a quem devia, e de ter sempre alguém que não devia ouvir o que se dizia a quem não precisava. Pois acontecem muito, em todos os tipos de relacionamento!

Só que, intuitivamente e tomando quase como que regra geral, acho que esse papo descrito no post nunca sairia assim tão romântico e condescendente, se fosse real... Ao se descobrir essa "burrada", acho que sairia insultos, discussões e mágoas que só precisariam de um pretexto para aflorar, principalmente depois de 25 anos fazendo o teatrinho...

Ou então cai naquela categoria de 1% que acredita e faz tudo pra manter um verdadeiro amor duradouro, digo, ambos vivenciando isto, o tempo todo.

Fiquei feliz que gostou do balanço marinho lá no Fama inFame. Mas aquele estava incompleto, tive uma inspiração lunática e acresci uma segunda parte, como o quarto crescente, (ou simplesmente justificando a razão dos enjôos)! rsrs
Se der, volte lá e confira.

E meu voto de ano novo deixei postado no blog Mesdre.

Obrigado pelo carinho e vibrações positivas!

Anonymous

Your blog keeps getting better and better! Your older articles are not as good as newer ones you have a lot more creativity and originality now keep it up!

Chica

Que lindo isso e é verdade...Temos que falar abertamente sobre nossos gostos, o que nos deixa felizes... Na tentativa de agradar, podemos estar fazendo o oposto...beijos,tudo de bom,chica

Elcio Tuiribepi

Oi Carmem, que texto bonito, pequenino mas enorme no conteúdo, sabe que ao mesmo tempo passa a impressão de um amor bonito, aquele que quer fazer o melhor para o outro e vice-versa, lógico que o resultado final mostra o quanto a falta de um dialogo mais aberto pode facilitar as coisas, abrir novos horizontes, pois esse tipo de silêncio as vezes atrapalha.
Gostei...interessante...
Um abraço na alma...bjo...a propósito, prefiro a casca do pão, arrancava todas quano criança e minha avó ficava zangada, pois deixav o pão quase que nu em pêlo, melhor dizendo em miolo...rs

Azoth

Um bom dia e um bom ano, Carmem.

Pois é, palavras para quê.

Cumprimentos Fraternos

A Senhora

Oi, Carmem!
Ainda bem que compro pãozinho a mais. :))
Isso me lembrou uma vez quando André disse que não gostava de sardinhas. Então, a cozinheira da empresa nunca servia sardinhas para ele quando tinha - ela fazia outra coisa para ele. Até o dia que ele resolveu reclamar: por que vocês decidem o que eu tenho que comer ou não?!
Desse em dia em diante ele aprendeu a comer cebola, pimentão, mostarda... :))

Beijos e bom ano! :)

Nilson Barcelli

Uma história com uma moral muito interessante e útil para a vida.
Há vários anos que a leio e é sempre agradável visitá-la.
Bom ano novo para vc, querida amiga
Beijos.

Norma Villares

Carmém amiga da alma,
Este texto mostrar como obter habilidades em relacionar e ancaixa com o título do blog.
Vou falar pra você, toda vez que entro neste blog e que leio este título "Eu SEi Que Vou Te Amar", sinto esperanças na alma.
Muito forte.
Paz e Luz!
Beijinhos no coração

Jorge

Carmem,
o que acredito que falta num relacionamento, principalmente é o diálogo mais profundo. É necessário abrir o coração ao companheiro(a) para se conhecerem melhor. Onde houver respeito, haverá sempre compreensão.

Um beijo, de coração,
Jorge

sam rock

Carmen, xa estamos noutra década, pero eso non impide que desexe para ti: Beijos, flores e todo o demais.

Unha forte aperta

Madalena

lá está a velha máxima: diálogo!

beijinho e ÓPTIMO ano :)) *

Andre Martin

Carmem,

Eu gostaria de comentar o comentário do Jorge.

A ressalva é para explicar por que as pessoas não se dão ao ideal "diálogo mais profundo", mesmo num relacionamento mais íntimo. Abrir o coração ao companheiro(a) para se conhecerem melhor é uma forma vulnerável de se expor. E como dizem bem os policiais dos filmes americanos: tudo que você disser poderá ser usado contra você!

É quase sempre verdadeiro que onde houver respeito, haverá compreensão, ou pelo menos tolerância! Mas o limiar e facilidade com que se passa do amor ao ódio, por pequenos desentendimentos é muito crítico!

Então, a que momento se deve realmente se expor? E em que medida? Há aqueles que nunca o farão... E como fica aquela história de "gostar/amar alguém assim como ela/ele é"? E se esse alguém não for de dizer muito, ou mesmo odiar dialogar? Preferir advinhações, percepções sem palavras? etc...

É simples: os seres humanos são complexos!

rsrs

Obrigado pela oportunidade.

Abraço

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