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Sunday, December 05, 2010

Aprenda com seus Erros


Todos cometemos erros, mas a maioria de nós perde muita energia brigando com nosso eu interno e ocupando-se em culpas.

Embora os psicógolos não coincidem com uma única definição de sabedoria, todos concordam que uma das qualidades das pessoas sábias é a capacidade de aprender a partir dos próprios erros.

Quando as coisas não acontecem da forma como desejamos, em lugar de enfocar-nos no que saiu errado ou no que outra pessoa fez para que tudo saisse errado para nós, pensemos sobre o que poderemos fazer diferente da próxima vez.

E tudo sairá perfeitamente bem!!! Acredite!

Beijos, flores e muitos sorrisos!


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Saturday, May 15, 2010

Essas "Benditas" comparações

Marta disse:

"Eu disse a minha filha Gaby que queria que ela entrasse para um dos coros da escola. Apenas fiz este comentário, sabia que minha filha me responderia com um desafiante 'NÃO'.

A mais velha, Raquel e eu gostamos muito de cantar. Fiz parte de vários coros no Ensino Médio e na igreja, e Raquel seguiu meus passos.

Gabi podia cantar também. Alguns anos atrás ela havia atuado em um dos papéis principais em uma peça escolar e eu não havia dito que o fizesse. Ela concorreu por ela mesma. Durante a estréia me surpreendeu ver a minha filha mais nova interpretar suas linhas com energia, cantando sozinha com uma grande habilidade. Era um talendo que eu nunca soube que tivesse. Repentinamente, tive sonhos e visões de que ela o faria sempre. Mas Gaby tinha outras idéias.

Minhas filhas são tão diferentes como a noite e o dia. Inclusive em seus aspectos físicos que são muito diferentes. Raquel tinha uns olhos verdes que enfeitiçavam. Gaby tinha uns que eram vibrantes e formosos, embora parecia não perceber muito e se mantinha descuidada.

Quando Raquel cresceu as pessoas continuaram comentando como era linda, frequentemente diante de sua irmã mais nova.

Gaby não era nenhuma boba. Começou a perceber como sua irmã mais velha se sobressaía em absolutamente tudo. Os que haviam visto o que Raquel fazia ou que conheciam sua personalidade não se surpreendiam do que era capaz.

Ela não se matava estudando, mas sempre tirava as melhores notas. Distinguia-se nas palestras e debates. Tinha vocação para a atuação e sua dança e desempenhos no coro mostravam suas capacidades naturais.

Gaby havia sido exposta a estas situações desde a infância e era grande para fazer suas apreciações. Ela sabia que sua irmã mais velha a ofuscava. Inconscientemente deciciu que não podia competir com sua irmã e evitaria fazer qualquer coisa que pudesse levar a alguma comparação entre as duas.

Não queria entrar no coro. Não cantaria na igreja. Sua decisão era não envolver-se em nada que sua irmã fizesse e que pudesse lhe causar alguma dor.

Mas como mãe que também teve uma irmã mais velha que se sobressaiu, entendi suas razões".

Não faça comparações entre irmãos
Comparar um irmão com outro pode ser mortal. Marta é música e compositora com muito talento, mas ela foi terrivelmente tímida para cantar desde que era muito pequena.

Um dia Marta estava sentada no piano acompanhando a sua irmã, enquanto ela ensaiava uma canção, sua mãe entrou na sala e disse "Não é incrível? Emília pode cantar e Marta pode tocar". Estas palavras penetraram como um punhal.

Não é inusual que os irmãos mais velhos se sobressaiam em atividades acadêmicas ou extracurriculares. Desde que nascem concentram todas as atenções dos pais. Todos os "mais velhos" são recordados com um grande amor nos álbuns familiares.

Tudo se festeja, seus primeiros passos, suas primeiras palavras, etc. Quando chega o segundo filho, as comparações começam. "Por que Júlio não fala ou caminha ainda se João já o fazia na sua idade?"

Desde o começo costumamos comparar uma criança com outra, tomando sempre o mais velho como uma vara que mede aos demais. Comparamos seus aspectos físicos tentando ver a quem se parace mais. Comparamos níveis, esperando que cada criança aprenda de forma semelhante, e nos decepcionamos quando não o fazem.

Comparamos seus talentos e capacidades, inclusive insistindo com um filho para que realize as mesmas atividades que seus irmãos mais velhos em algum momento. Acreditamos que porque o primeiro gostou o outro também gostará. Inclusive comparamos os temperamentos.

É quase impossível que não comparemos um irmão ao outro. As comparações surgem naturalmente e, no entanto, alguns pais não percebem como isso repercute na autoestima de seus filhos.

As comparações não somente sucedem em casa, mas também na escola. Quando um professor já trabalhou com o irmão mais velho antes tem com frequência um preconceito sobre ele. O mais jovem pode ser visto como uma cópia, para bem ou para mal, de sua irmã ou irmão.

As comparações são uma terra fértil para a rivalidade entre irmãos. Pode minar a autoestima das crianças. Forçar altas expectativas para um filho só porque seus irmãos a satisfizeram anteriormente, pode provocar a falta de ânimo - ou desejo - de realizá-las.

O pior, ao comparar aos irmãos o que estamos enfocando é "você não é um indivíduo. Você não é importante para si mesmo". Também enviamos uma mensagem subliminal: "Só vou gostar de você se você fizer isso ou aquilo".


Deixe ao adolescente seu espaço e seu caminho
Ao reconhecer as habilidades reais de seus filhos, poderá ajudá-los a deixar de lado seus preconceitos sobre as habilidades e talento que eles deveriam ter.

Este ano Gaby escolheu realizar uma viagem de aventuras em vez de investir seu dinheiro em suas aulas de ginástica habituais. Para uma das atividades do grupo, tiveram que subir a uma rocha para chegar ao centro desportivo mais próximo. Ela adorou.

Umas semanas atrás sua família realizou uma visita ao Centro Desportivo Familiar, onde puderam observar assombrados como Gaby escalava habilmente uma parede no interior do recinto.

Logo sua cara brilhou intensamente pelo que havia conseguido fazer. O fato de saber que a família tinha ido ali especialmente por ela, foi uma grande carga de pressão, mas também de autoestima.

Deixar que um adolescente encontre seu próprio lugar e consiga realizar-se é vital para seu desenvolvimento como indivíduo. Mantenha seus olhos e ouvidos abertos a suas potencialidades, para que o adolescente possa ressaltar-se em seu próprio meio.

Quando veja algo que pense poder interessar a seu filho, mostre, mas esteja seguro de deixar que ele dê a última palavra. Dê a eles a permissão de tentar e de falhar. No processo, eles descubrirão em que podem ser bons. Demonstrar um amor incondicional sem importar o êxito ou o fracasso diminui nossa necessidade de comparações.


Evite as comparações
- Concentre-se em encontrar as capacidades e potencialidade de cada um de seus filhos.

- Faça do incentivo um hábito, seja pelo seu penteado, por sua roupa, suas conquistas, etc.

- Passe um tempo com cada filho de forma separada, conversando em sua cama, com saídas, indo as compras, etc.

- Quando alguém lhe comente sobre os filhos que se sobressaem, assegure-se também de ressaltar as conquistas dos outros.

- Afirme a capacidade única de cada fílho.

- Ofereça-lhes distintas atividades para realizar fora do horário escolar.

- Dê a eles pequenas satisfações para demonstrar que você entende seus gostos, mesmo que não os compartilhe.

- Deixe que seus filhos provem diferentes atividades e comprometa-se a apoiá-los, mesmo que falhem.


(Desconheço o autor)


Este texto é muito interessante por jogar em nossa cara algo tão real e verdadeiro no nosso dia a dia. Qual de nós nunca comparou um filho com o outro, sem perceber o quanto estávamos ferindo e entristecendo ao filho que não estava dentro dos nossos padrões de expectativa e "perfeição"?

Vamos ter sempre muito cuidado com o que dizemos e-ou fazemos. Somos seres sociais e portanto não estamos sós no mundo. Isso nos faz lembrar de que o que fazemos ou dizemos pode afetar diretamente aos que estão ao nosso redor, e se afetamos negativamente aos nosso filhos (os seres mais importantes de nossas vidas) será sempre uma tristeza muito grande.

Reflitamos!!!

Beijos, flores e muitos sorrisos!


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Thursday, May 13, 2010

O Poder de seus Pensamentos

Em maio de 1954 Roger Banister se tornou o primeiro atleta a correr uma milha em 3 minutos, 59.4 segundos, batendo assim um récorde que não havia sido rompido por mais de 100 anos. Este acontecimento atraiu a atenção dos meios de comunicação em todo o mundo.

Naquela época os cientistas e médicos diziam que conseguir uma façanha como esta era humanamente impossível, que tentar poderia fazer com que o coração de uma pessoa explodisse, que os ossos se quebrassem e que os músculos se rasgassem no esforço.

Esta façanha é por si assombrosa, mas talvez o mais interessante é que o aconteceu depois. Em um lapso de 7 meses de batido este récorde, outros 37 atletas conseguiram romper também com a barreira dos 4 minutos e nos 3 anos que se seguiram, otros 300 também o fizeram.

A pergunta chave é, como foi que tudo isso aconteceu? Se até uns meses antes correr uma milha em menos de 4 minutos era considerado algo fisicamente impossível, como foi que apenas Roger Banister conseguiu bater este récorde, muitos outros também o fizeram? É que o corpo humano realizou um salto quântico repentino que fez com que as capacidades do próprio corpo se expandisse? Claro que não. O que mudou foram os pensamentos das pessoas e o que antes parecia impossível em suas mentes, agora já não o era. Uma crença limitadora, um paradigma havia sido quebrado e então o ser humano se viu capaz e conseguiu facilmente o que antes parecia impossível.

Com isso quero lhes mostrar o poder que seus pensamentos têm em suas vidas, o muito que podem limitá-lo ou fazê-lo capaz. Seu mundo é um reflexo do que você pensa e acredita. Seus pensamentos podem fazê-lo sentir-se feliz ou triste, otimista ou pessimista, capaz ou incapaz. Alguns pensamentos podem ser amáveis, amorosos e otimistas, outros, estressantes, limitadores e pessimistas. E são estes últimos os que nos impedem de ser feliz e viver plenamente.

Muitas vezes vivemos com base a pensamentos e crenças que aprendemos desde pequenos, pensamentos limitadores, medos e paradigmas e que consideramos como verdades absolutas e não nos questionamos para comprovar sua veracidade. Enquanto acreditamos neles, vivemos também em base a eles. Estou lhe convidando a que preste atenção a seus pensamentos, aos pensamentos que rondam sua cabeça e ver como o levam a viver a vida de uma maneira amável, confiada e otimista ou a viver a vida com medo e limitações.

Por exemplo, recentemente estava com uma equipe de vendas que pensava que ser a companhia mais nova em seu setor era um obstáculo para conseguir seus objetivos. Uma vez que identificamos esta crença limitadora, começamos a questioná-la com as seguintes perguntas:

1. Isso é verdade? É verdade que ser uma empresa nova é um obstáculo para suas vendas? A resposta inicialmente foi sim.

2. Seguimos indagando e lhes perguntei se podiam saber que "era verdade com absoluta certeza" que ser novos era um obstáculo para suas vendas. Comecaçam a duvidar, não podiam estar totalmente certos disso.

3. Perguntei como se sentiam quando estavam diante do cliente e pensavam que ser novos era um obstáculo. Como tratavam os clientes quando tinham esse pensamento. Eles me explicaram que se sentiam inseguros, na defensiva, iam com uma idéia pessimista dos resultados, estavam inquietos e nervosos, não eram tão amáveis com seus clientes porque pensavam que lhes diriam que não e que não estariam abertos a seus serviços. Imaginavam uma série de resultados negativos e objeções antes sequer de chegar. Saiam cansados da reunião.
     
4. Perguntei então como se sentiriam, como seriam as coisas se não acreditassem no pensamento de que ser novos era um obstáculo para suas vendas. Disseram que se sentiriam mais confiantes, mais seguros, mais tranquilos para atuar, responder e lidar apropriadamente com o cliente.

Podem ver a grande diferença entre acreditar em um pensamento ou não? Podem ver como quando ao acreditar que ser novos os limitava se sentiam pessimistas e desmoralizados antes sequer de chegar ao cliente e quando não tinham esse pensamento se sentiam mais seguros, otimistas e confiantes? E podem ver como isso pode refletir em uma melhor relação e trato com o cliente e melhores resultados?

Por último, os convidei a inverter o pensamento e ver como o oposto do que eles acreditavam podia ser tão verdadeiro ou mais. Quer dizer, como o fato de ser novos podia ajudá-los a alcançar seus objetivos e ser uma fortaleza em lugar de uma debilidade.

Aqui alguns dos exemplos que encontraram de como isso podia ser tão verdadeiro ou mais que o pensamento original:

* Por ser novos, nos esforçamos em ganhar um cliente e damos o melhor serviço.

* As pessoas muitas vezes preferem uma empresa nova e menor onde se sintam mais bem atendidas e se sintam clientes mais importantes, a uma empresa grande e de trajetória, onde se transformam em um cliente a mais.

* Porque se desenvolve mais a nível profissional para poder responder às objeções que um cliente possa lhes oferecer por sua posição de novos e os empurra a desenvolver ao máximo suas habilidades como vendedores.

Inicialmente o fato de ser uma empresa nova os fazia sentir em desvantagem, como se tivessem algo que ocultar. Questionar este pensamento limitador e invertê-lo lhes permitiu abrir sua mente, sentir-se cômodos com o fato de ser novos e, inclusive vê-lo como uma fortaleza que podia fazer com que reluzissem diante do cliente.

Agora pense. Quais são estes pensamentos que o limitam? O que é que o freia antes de que realize o que lhe pide seu coração? Responder a estas perguntas poderá lhe dar algumas pistas sobre quais são os pensamentos que estão limitando a que faça o que seu coração deseja. O primeiro passo é reconhecer seus pensamentos limitadores. E o seguinte, questioná-los para que se liberte deles e assim bater seus próprios récordes.

Por Sandra Iozzelli

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Wednesday, February 10, 2010

Mutismo Seletivo (II)

Queridos leitores e visitantes,

Ha' algum tempo publiquei uma materia sobre Mutismo Seletivo, dificuldade vivida por mim junto a minha pequena Carmencita, e por tantas outras mamaes e papais e desde entao venho recebendo muitos pedidos de ajuda por email.

Sabemos que a maioria dos portadores de Mutismo Seletivo sao meninas, mas ha' tambem meninos lindos que tambem sofrem em silencio e todos podem e devem receber a ajuda devida, o respeito e o carinho dos quais sao merecedores.

Em virtude da quantidade de emails recebidos com este assunto, eu e meu esposo (que e' psicoterapeuta e foi quem fez o diagnostico da nossa Carmencita e todo o seu acompanhamento ate' hoje e seus avancos e melhoras significativas) estamos querendo ajudar de uma melhor forma aos pais que possuam esta dificuldade em suas vidas (nao queremos chamar de problema, pois nao e' um problema, apenas uma dificuldade que pode melhorar). Estamos pensando (se voces autorizarem, logicamente) em publicar o caso de voces na pagina do meu esposo Intrapsyc nas versoes Ingles e Portugues, com as devidas respostas de Rafael (meu esposo) na melhor forma (pelo menos as que vem surtindo bons efeitos com a nossa menina) de lidar com esta dificuldade, e, ao mesmo tempo, ajudar a voces diretamente, e aos demais pais, de forma indireta!

Todos os que sofrem com este silencio, se desejarem obter essa ajuda a CUSTO ZERO, deverao autorizar (por escrito) a publicacao do que me escreveram. Para tanto, peco que me mandem um email para o moralesvilanova@yahoo.com e eu lhes direi quando estaremos fazendo a devida publicacao com as respostas de ajuda!

Beijos, flores e muitos sorrisos... cheios de esperanca para nossas criancas que nao necessitam sofrer, se soubermos lidar com esta dificuldade!

Vamos quebrar esse silencio!!!

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Tuesday, May 12, 2009

The benefits of Online Therapy

Online Therapy can help you...

In the last years, Online Therapy has become an easy way to get counseling with many advantages, like the simplicity of use, time convenience, the opportunity to think better about what to say in session, the comfort to be at home, and the fact that most of counseling sites offer anonymous services, with chat and/or e-mail, the people can experience the benefit to express themselves in written words, that sometimes is much easier than to express in person.

But those are not the only advantages of Online Therapy. With services like this the counselor can be overseas, in the other side of the World in the same virtual room, no matter if he/she is in US, UK, Australia, South America, Canada, Japan or any other country, and most of the counselors offer services in more than one language, which means that not only English speakers can be benefited with Online Therapy, but everyone.

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Thursday, September 11, 2008

Banho vs. Personalidade/Inconsciente

Uma dessas semanas passadas li um artigo que me chamou a atençao pela curiosidade do tema e pela sua possivel veracidade, afinal, quando comecei a pensar e me lembrar das pessoas que conheço e que nao sao muito amantes do banho, reconheci (na maioria delas) algo de insegurança e/ou depressao (sem generalizar, claro!).

O texto, publicado no site da Rede Globo brasileira e do qual desconheço o autor, fala que o ritual do banho está intrissecamente relacionado ao descanso e limpeza da mente e evitar este “ritual” seria uma forma de fugir da intimidade consigo mesmo... Interessante!

Ali diz que, segundo a autora Katherine Ashenburg, em seu livro “Passando a Limpo”, cada ser humano pode revelar características de sua personalidade pelo simples hábito de tomar (ou nao) banho. A autora diz que a sensibilidade aos odores, a necessidade de sentir-se limpo, por exemplo, está ligada a aspectos culturais e do inconsciente e personalidade de cada pessoa em particular.

A limpeza corporal pode refletir uma necessidade imediata de limpeza da alma e mente do indivíduo, já que neste momento íntimo cada ser humano pode relaxar, descansar e, porque nao dizer, livrar-se do meio social ao qual pertence; afinal este é um momento único: o momento de intimar consigo mesmo, com seu próprio eu e com seu corpo, um momento do qual nao há fugas, o que está ali é a sua realidade e, muitas vezes isso assusta... e como!!!

Visto dessa forma, a falta de vontade de tomar banho poderá significar, ainda que de maneira inconsciente, um temor a estar sozinho, de enfrentar-se de maneira tao íntima, vez que historicamente o ato de tocar-se em um momento de intimidade era altamente reprimido pela sociedade (e ainda o é em determinadas regioes).

Bom, sendo assim entao, nao há dúvidas que o banho tem uma grande importancia na vida de cada indivíduo, mais inclusive do que eu jamais imaginei... Um momento para estar só, desnudo de corpo e alma, um momento de reflexao que vai mais além do simples fato de estar limpo, um momento de enfrentar-se a si mesmo e de se descobrir por inteiro...

Beijos, flores e muuuuuuuuuuuuuuitos sorrisos para todos! E muitos banhos, claro!!! :o)


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Thursday, August 28, 2008

Carta de um Homem (sobre as Mulheres)

Pic by Carmem L Vilanova


Carta de um Homem (sobre as Mulheres)
(autor desconhecido)

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.

Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem.

Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto.

Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!

As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.

O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!

A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Assinado: UM HOMEM

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Seria maravilhoso se tudo isso fosse verdade, mas a vida diária nao me deixa crer muito no que aqui se dita...
Seria maravilhoso se fosse verdade, evitaríamos que tantas mulheres sofressem, se desesperassem, enlouquecessem para ter uma forma que a natureza nao lhes proporcionou...
Seria maravilhoso se fosse verdade e os consultórios psicológicos nao viveriam cheios de mulheres traumatizadas, insatisfeitas, inseguras, mal-amadas (por si mesmas)...

Seria maravilhoso se fosse verdade... Somente um homem (honesto) nos poderá responder (deixo aqui o desafio)...

A minha resposta eu já tenho... e nela... eu confio!!!

Muitos beijos, flores e milhares de sorrisos para todos!

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Monday, June 23, 2008

Mutismo Seletivo

Dedico este post de hoje a uma linda menina, inteligente, alegre, simpática, um anjo precioso em minha vida, minha linda Carmencita, uma princesinha tímida e muda seletiva, que, como qualquer outra criança é total merecedora de todo Amor, Carinho, Afeto e Compreensao possíveis...



Espero com este texto, extraído de várias fontes e estudos pessoais do papai Rafael, ajudar a tantos outros pais que sofrem calados por nao compreender bem sobre este problema nao tao frequente, mas real... O texto é longo, mas vale a pena "perder" um pouco de tempo para poder ler e compreender sobre este problema que afeta 7 em cada 1000 crianças, dos quais 80% sao meninas...



A todos deixo meus beijos, flores, sorrisos eternos e muito Amor a todos os Mudos Seletivos que tanto necessitam de carinho, compreensao e, sobretudo, RESPEITO...


Mutismo Seletivo


Mutismo seletivo é uma condiçao de ansiedade social, onde uma pessoa que é capaz de falar é incapaz de se expressar verbalmente em determinadas situaçoes.

No Manual de Estatística e Diagnose de Desordens Mentais, o Mutismo Seletivo é descrito como uma desordem psicológica pouco frequente nas crianças. Crianças (e adultos) com este tipo de problema sao completamente capazes de falar e compreender a linguagem, mas nao o fazem em determinadas situaçoes sociais, quando é o que se espera deles.
Funcionam normalmente em outras áreas do comportamento e aprendizado, embora se privam severamente de participar em atividades de grupo. É como uma forma extrema de timidez, mas a intensidade e duraçao a distingue. Como por exemplo, uma criança pode passar todo o tempo completamente calado na escola, por anos, mas falar livremente ou excessivamente em casa.

Outras características sao, além da timidez extrema, o retraimento social, a dependencia e o perfeccionismo.

Esta desordem NAO é considerada uma desordem da comunicaçao, pois a maioria das crianças se comunica através de expressores faciais, gestos, etc.

Ao realizar o diagnóstico, pode ser confundido facilmente como um tipo seletivo de Autismo ou Síndrome de Asperger, especialmente se a criança atua de modo retraído na presença do psicólogo. Isto pode levar a um tratamento incorreto.

O Mutismo Seletivo é caracterizado por:


  • Fracasso consistente para falar em situaçoes sociais específicas (por exemplo, na escola, onde existe a expectativa de falar) apesar de expressar-se verbalmente em outras situaçoes.
  • Interfere nas conquistas educacionais ou laborais, ou com a comunicaçao social.
  • O fracasso para falar nao se deve a falta de conhecimento do idioma falado requerido na situaçao social.
  • Nao se considera como uma desordem da comunicaçao (a exemplo da gagueira), e nao ocorre exclusivamente durante uma esquizofrenia ou outra desordem psicótica.
Ainda nao foram estabelecidas as causas, mas há evidencias de que existem um componente hereditário e que também é mais comum em meninas que em meninos e normalmente é percebida antes dos 5 anos de idade embora a maioria dos pais e/ou profissionais somente se apercebam do problema quando a criança começa na vida escolar.

Entre os aspectos negativos estao:

  • Os portadores do Mutismo Seletivo encontram dificuldade em manter contato visual.
  • Com frequencia nao sorriem em público ou em expressoes vazias (sempre em público).
  • Se movem de forma rígida e torpe.
  • Nao podem manejar situaçoes onde se espera que falem normalmente, como uma saudaçao, uma despedida ou um agradecimento.
  • Tendem a preocupar-se mais com as coisas de que o restante das pessoas.
  • Podem ser muito sensíveis ao ruído e ao excesso de gente.
  • Encontram dificuldade em falar sobre si mesmos ou expressar seus sentimentos.
Entre os aspectos positivos estao:

  • Inteligencia e percepçao superior aos demais, sao curiosos.
  • Sao sensíveis aos pensamentos e emoçoes alheias (empatia).
  • Tem um grande poder de concentraçao.
  • Com frequencia tem um bom sentido do que é correto, incorreto e de justiça.
Os fatores mais relevantes no ambito escolar sao:

  • Geraçao de expectativas negativas por parte dos professores e dos alunos com relaçao a possivel evoluçao e normalizaçao da fala da criança com Mutismo Seletivo. Tantos os professores como os colegas pensam e verbalizam que o Mudo Seletivo nao fala, nem vai falar.
  • Acomodaçao do entormo as dificuldades do Mudo Seletivo. O aluno deixa de fazer certas atividades academicas porque nao fala (nao vai ao quadro, nao participa de atividades com perguntas orais), os companheiros se tornam “intérpretes” do Mudo Seletivo, que responde sempre mediante gestos.
  • Diminuiçao de situaçoes em que é necessária a comunicaçao oral. Nem os professores nem os colegas pedem ao Mudo Seletivo respostas orais.
Os fatores relevantes no ambito familiar e social sao:

  • Excessiva atençao recebida pelo fato de nao falar. Há interesse excessivo por parte da família e/ou conhecidos em saber repetidamente se o Mudo Seletivo falou no colégio, e de ter falado, com quem, quanto e como.
  • Alto nível de exigencia por parte dos pais para que falem e falem bem. Os pais se mostram excessivamente exigentes na correçao da fala.
  • Superproteçao familiar. Dependencia excessiva do adulto, com pouco desenvolvimento de hábitos de autonomia pessoal e de comportamentos responsaveis.
Os fatores relevantes relacionados com características de personalidade e condiçoes pessoais:

  • Rigor excessivo, meticulosidade e perfeccionismo que nao permitem ao Mudo Seletivo enfrentar situaçoes das quais tenham medo de fracassar.
  • Excessiva inibiçao social, timidez e retraimento que dificultam relaçoes interpessoais.
As razoes para que se faça uma intervençao o quanto antes, no que se refer ao diagnóstico e tratamento do Mutismo Seletivo, se deve ao fato de, como transtorno, o Mutismo Seletivo forma parte de uma situaçao continua que vai desde os que se comunicam oralmente mas só o fazem de maneira esporádica (aversao a falar), passa pelos que selecionam as pessoas e as situaçoes nas quais vao falar (Mutismo Seletivo) e finaliza com as crianças que vao restringindo progressivamente as situaçoes e as pessoas, até deixar de falar completamente (Mutismo Total).

A experiencia demonstra que se se permite que o problema se mantenha no tempo, nao somente nao desaparecerá, como tamém que com muita probabilidade se agravará. A criança irá ampliando a rejeiçao a falar em mais situaçoes e com mais pessoas. Daí a importancia de intervir o mais cedo possivel.

Dado a origem multicausal do mutismo, a intervençao deve contemplar a atuaçao dos ambitos familiar, social e escolar.

A intervençao deverá ter em conta as seguintes questoes:

  • Tanto as atitudes de superproteçao como as que tendem a minimizar ou ignorar o problema e que tem como objetivo nao provocar sofrimento nas crianças, nao fazem mais que reforçar e incrementar o mutismo.
  • As situaçoes comunicativas naturais nao sao suficientes para superar o mutismo. É necessário planificar e desenhar outras situaçoes, garantindo sempre o exito dos intercambios comunicativos da criança.
  • A exigencia deve ser ajustadas a uma progressao e se deve manter ao longo de todo um processo, evitando a tendencia natural a acomodaçao, no nível alcançado, tanto das crianças, como do ambiente.
  • A necessidade de rigor e sistemática e a diversidade de ambitos afetados exige a coordenaçao de todos os implicados.
O objetivo final da intervençao é que a criança com Mutismo Seletivo seja capaz de interagir verbalmente de forma espontanea com adultos e crianças, na escola e no entorno social e familiar, levando a cabo petiçoes verbais espontaneas e respondendo de forma audível as perguntas que lhes sejam feitas.

É preciso fortalecer a estrutura de personalidade da criança com Mutismo Seletivo, melhorando suas condiçoes pessoais, familiares e sociais, adotando medidas específicas relacionadas com as dificuldades de comunicaçao e fala da criança nas situaçores e contextos sociais concretos, com o objetivo de minimizar a dificuldade e melhorar a situaçao geral.

No entanto, pode haver crianças para as quais estas pautas gerais nao sejam suficientes, nestes casos, o processo de intervençao deverá ser planificada de maneira mais exaustiva e específica, levando em conta as condiçoes e características da criança e dos entornos nos que se desenvolvem.

Pautas para melhorar as condiçoes familiares, pessoais e sociais:

  • Oferecer a criança com Mutismo Seletivo um ambiente seguro, comunicaçao, serenidade, compreensao e afeto.
  • Eliminar atitudes de superproteçao.
  • Manifestar confiança nas possibilidades da criança e na superaçao do problema.
  • Evitar os estilos de autoridade rígidos e a exigencia excessiva da perfeiçao da criança.
  • Desenvolver hábitos corretos de autonomia e rotinas na dinamica familiar adequados a idade da criança em relaçao a alimentaçao, higiene, vestimenta, ordem...
  • Desginar responsabilidades adequadas para a idade da criança e que repercutam positivamente na família.
  • Estabelecer normas básicas de funcionamento no lar.
  • Incidir no positivo, destacando os pontos fortes da criança, reforçando as tarefas que a criança realiza adequadamente e utilizando com frequencia o reforço social.
  • Buscar atividades físicas de caráter lúdico que permitam descarregar as tensoes que experimentam as crianças durante a jornada escolar.
  • Facilitar ao máximo a interaçao com os companheiros, vizinhos e amigos de sua idade (atividades extra-curriculares, saídas, parques, festas, espetáculos).
  • Manter uma comunicaçao recíproca e continuada com a escola para coordenar as açoes.
Pautas específicas para a estimulaçao da fala:

  • Ensinar condutas adequadas de interaçao social nao verbal e verbal (como as saudaçoes, como pedir para brincar, como se aproximar...)
  • Atuar como mediador com outras crianças (começar a brincar com a criança e os outros para facilitar a interaçao entre eles).
  • Brincar com a criança e outras crianças com jogos que requeiram uma produçao verbal limitada (dominó, jogos de cartas, entre outros).
  • Planejar situaçoes que facilitem a comunicaçao verbal com outros (convidar outras crianças a casa, ir as compras, ao parque ou a praça, festas de aniversário...).
  • Reforçar todas as aproximaçoes verbais e nao verbais da criança com outros companheiros (comentar como é agradável estar e brincar com os outros, ter amigos, convidar amigos para visitar a casa...).
  • Ampliar progressivamente o círculo de amigos com os que começa a falar (repetir as situaçoes exitosas com frequencia e introduzir, pouco a pouco, as novas relaçoes).
  • Elminiar comentários que façam referencia a que nao fala, (perguntar se falou na escola, se cantou uma música, quando vai começar a falar...).
  • Nao reclamar nem antecipar consequencias negativas (nao ameaçar com possiveis castigos).
  • Evitar as comparaçoes com outros irmaos, companheiros ou outras crianças.
  • Evitar comentários que sugiram quando pode começar a falar, quando é o momento correto, como pode faze-lo.
  • Nunca forçar a falar em situaçoes sociais nas quais se observe ansiedade excessiva (nao insistir que responda a um cumprimento ou perguntas de amigos ou conhecidos).
Fontes:
es.wikipedia.org/wiki/Mutismo_selectivo
http://www.pnte.cfnavarra.es/creena/002conductuales/Guia%20mutismo%20selectivo.htm, por Carmen Cortez Urban, Consuelo Gallego Gallego, M. Pilar Marco Gallo, Iñaki Martinez Urmeneta, Carlos Ollo Oscariz.

PS: A propósito, Carmencita é uma menina extremamente alegre mas que se expressa oralmente unicamente comigo (a mae), Rafael (o pai) e Lucas (o irmao mais velho). Com os demais familiares e amigos ela se comunica muito bem com gestos, sorrisos, olhares e muita simpatia. Apesar de nao se expressar oralmente com os demais, demonstra carinho e afeto pelos seres queridos, vai normalmente a escolinha, brinca com os amiguinhos, é considerada a melhor aluna de toda a escola, e, para completar, acreditem, fala fluentemente Ingles (o seu idioma nativo), Espanhol e Portugues (suas duas segundas linguas)... Sem sombra de dúvidas, é sim, um verdadeiro anjo... e aí eu me pergunto: "Falar pra que?" (risos) ... :o)

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