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Friday, January 13, 2012

Sol

(Pic by Carmem L Vilanova - Sahuarita, Arizona - USA)
Sol

Hoje eu quero o sol,
que queima,
que arde,
o ardor do corpo em chamas,
a chama do amor que se entrega
ao bem amado,
mais amado,
a paixão que corre pelas veias,
o suspiro na hora exata
da entrega de corpo e alma,
alma que canta a alegria
de encontrar-se em outro ser.

(Carmem L Vilanova)

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Sunday, December 18, 2011

O Inverso da Tristeza


(Pic by Lucas Vilanova - Olhar de Carmem, Arequipa - Peru)

O Inverso da Tristeza

Abre teus braços e acolhe-me aí,
neles me sinto segura,
o medo da solidão se esvai,
o temor à vida cotidiana se transforma em aventura,
tudo é paz, tudo é luz e amplidão.

Abre teus olhos e reflete-me aí,
teus olhos são espelhos,
da tua e d´alma minha,
que brilha como o sol
refletindo a imensidão dos sonhos meus.

Abre teu coração e encontra-me aí,
meu esconderijo, meu lar-doce-lar,
um mistério a investigar,
lições que aprender
e nunca o temor a viver. 

Abre tu´alma e detem-me aí,
aí o tempo não passa,
posso ser rainha, dama e princesa,
anjo, amor, amante, dona da vida,
e sempre o inverso da tristeza.

(Carmem L Vilanova)



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Friday, December 02, 2011

Para Além


(Pic by Carmem L Vilanova - Lago Titicaca, Peru-Bolívia)

Para Além

Para além de mim vão-se os sonhos,
as fantasias, a mansidão de uma vida envolta em sentimentos de paz.

Para além de mim vão-se as inquietudes
de uma alma que busca aprender a distinguir o bem do mal.

Para além de mim vão-se as incertezas
de uma vida melhor... que, com certeza, virá!

Para além de mim vão-se as dúvidas,
os receios, o turbilhão de pensamentos que me inunda o ser.

Para além de mim vão-se as palavras,
as que falam e as que calam, como o silêncio que grita em mim.

(Carmem L Vilanova)



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Thursday, September 30, 2010

Receita de Beleza



A receita para a beleza é ter menos ilusão e mais Alma, recuar da dor e do prazer do corpo a uma calma imutável e uma gloriosa liberdade de harmonia espiritual.

- Mary Baker Eddy

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Saturday, February 27, 2010

SOBRE A FELICIDADE NO CASAMENTO

E já que estamos falando em FELICIDADE, encontrei este texto que me chamou a atenção por sua simplicidade e conselhos tão fáceis de seguir... basta querer!

Beijos, flores e muitos sorrisos!

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Escrevi e tenho dito nos casamentos aquilo que chamo de os Dez mandamentos de um casamento feliz. Não é receita, é um projeto de construção da felicidade no casamento. Amar pode e deve dar certo.

Sejam sábios: Nunca se irritem um com o outro ao mesmo tempo.

Sejam inteligentes: Lembrem-se que quando um não quer, dois não brigam.

Sejam gentis: Jamais gritem um com o outro a não ser que a casa esteja em chamas.

Sejam amigos: Se um tiver que ganhar a discussão deixe que seja o outro.

Sejam honestos: Se cometerem um erro reconheçam e peçam perdão.

Sejam companheiros: Se tiverem que criticar que seja para somar nunca para dividir.

Sejam positivos: Não remoam erros passados. Águas passadas não movem moinhos.

Sejam criativos: Inovem sempre, namorem sempre, fujam da mesmice sempre.

Sejam amorosos: Pelo menos uma vez ao dia digam ao outro uma palavra de carinho.

Sejam bons amantes: Nunca durmam com mágoas. Por que perder uma noite de amor?

(Carlos Alberto Rodrigues Alves)

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Monday, February 08, 2010

O Frio que veio de dentro

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.

Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:

- "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:

- "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?"

O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:

- "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.

Ele pensou:

- "Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha."

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava.

Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.

- "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos."

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.

Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:

- "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro."

(Autor Desconhecido)
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