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Monday, January 09, 2012

Ame-se

 (Pic by Carmem L Vilanova - Arequipa, Peru)

Ame-se

Ame-se...
Tenha respeito por si.
Coma quando tenha fome.
Durma quando tenha sono.
Trabalhe quando for preciso.
Descanse quando esteja cansado.
Exercite-se para ter saúde,
e coma saudável para o mesmo fim.

Ame-se...
Tenha respeito por si.
Beba quando tenha sede.
Respire sempre ar puro.
Sorria para ter esperança.
Faça sexo só por amor.
Ame para ser feliz,
e seja feliz para bem viver.

Ame-se...
Tenha respeito por si.
E seja tudo aquilo
que mais deseja ser...

(Carmem L Vilanova)


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Wednesday, March 23, 2011

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL !!!


Essa eu recebi por email e faço questão de publicá-la aqui hoje porque o que se segue não acontece somente nas empresas, acontece no nosso dia-a-dia também. Para que saibamos nos valorizar!!!

Beijos, flores e muitos sorrisos a todos!

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NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL !!!  

Na sala de reunião de uma multinacional o Diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o Diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o Diretor
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
O Diretor parece confuso e faz-se silêncio na sala.

O funcionário fala então:

- Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Gandhi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?.

O rapaz fez uma pausa e continuou:

- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionais para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?

Nova pausa e prosseguiu:

- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em "melhorar as fraquezas" de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de "técnico de futebol", que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.
Voltou a dizer nesses termos:

- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas, nem cavernas, nem homens, nem mulheres, nem sexo, nem chefes, nem subordinados. Apenas peças. E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões  "foi pra outras moradas". Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos: NINGUÉM, pois nosso Zaca é insubstituível." - concluiu o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:
NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É. E OUTRAS. QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO. ACOSTUME-SE A ISSO. COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO."

É bom para refletir e se valorizar!

VOCÊ É  INSUBSTITUÍVEL !!!!!


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Friday, December 31, 2010

Aprenda a Lidar com as Dificuldades, Gentilmente



Busque um lugar onde você possa se sentir completamente tranquilo, bem sentado, e diga a si mesmo: Somente eu posso destruir minha paz, e estou optando por NÃO fazê-lo.

Durante todo o dia, quando pareça que os outros estão fazendo de sua vida um caos, pare e lembre-se de que é você quem determina como quer se sentir diante das dificuldades. Você é o responsável único pela forma como recebe as palavras e ações que acontecem ao seu redor e suas percepções e-ou aceitações destas atitudes dependem unicamente de você.

Pense e escolha! E que essa escolha seja a que reflita a sua vontade de viver e ser feliz neste Ano Novo que se inicia!

Feliz 2011 para todos!

Beijos, flores e muitos sorrisos!


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Monday, December 20, 2010

Então é Natal...

Então é Natal... E como é Natal, eu gostaria de compartilhar com vocês da história de Ana Beatriz.

Vocês sabem quem é Ana Beatriz? Não?! Pois eu sei e vou contar a história dela para vocês, aproveitando que é Natal e essa história tem muito a ver com o que deveria ser revisto e reflexionado por nós, inicialmente dentro do espírito natalino, e de aí, por toda uma vida.

Eu já a havia visto muitas vezes nas aulas de atletismo do clube onde levo minha filha também para o atletismo e natação.

Além das aulas de atletismo normais como as de Carmencita, o clube também oferece aulas para pessoas com incapacidades físicas ou mentais, com um professor especializado e é lindo ver como Ana Beatriz corre, faz estiramentos, salta, tenta cruzar barreiras, obviamente dentro de suas limitações.

Juntamente a Ana Beatriz, estão Carlitos, Luciana, Andrés, Mariita e Júlia, sendo que Ana Beatriz é a única dentre eles que não é portadora de Síndrome de Down. Então, se não tem Síndrome de Down, qual seria o problema de Ana Beatriz, uma menina de olhar penetrante, sorriso lindo e uma alegria contagiante?

Vejam só... somente há poucos dias soube que Ana Beatriz foi gerada com muita alegria, dentro de uma gravidez absolutamente normal, em uma família rica, muito esperada e desejada por seus pais.

Até aí a história não tem nada de diferente da maioria das histórias que conhecemos. As diferenças, no entanto, começam a partir do momento do seu nascimento. Por complicações que não saberia dizer quais foram, há 20 anos, na hora em que Ana Beatriz nasceu, ela, que era "normal" até aquele instante, sofreu alguma complicação séria e pela demora na atenção médica, sofreu uma paralisia cerebral em 90%, de caráter irreversível.

A partir daquele momento, Ana Beatriz que tinha tudo para viver um conto de fadas em sua vida, teve seu destino traçado da forma mais triste para um ser humano: o desprezo e o abandono.

Ao vê-la "deficiente mental" o pai, um homem de alta sociedade para quem o padrão de "beleza e normalidade" é o que há de mais importante na vida, revelou, imediatamente, o seu desejo em se divorciar da mãe de Ana Beatriz, que não pode dar-lhe uma filha saudável.

Embora nunca tenha deixado, durante estes 20 anos, de ajudar a Ana Beatriz financeiramente, o pai nunca voltou a vê-la, nem sequer deseja saber como está. Triste, não? Pois é! Mas o pior ainda estava por vir.

Junto com o desprezo do pai, veio o desprezo da família paterna, que igualmente nunca voltou a ver esta menina tão linda, dona do sorriso mais lindo que já tive a oportunidade de ver em toda minha vida. E com isso Ana Beatriz se criou ao lado da mãe e um irmão dois anos mais velho que ela.

Tudo na vida de Ana Beatriz ia supostamente bem, dentro de suas limitações, até que há 6 anos a mãe foi diagnosticada com câncer, já em estado avançado. Chamaram para cuidá-la a Maria, uma enfermeira que, coincidentemente (aliás, coincidências deste tipo não existem na realidade) era especialista não somente no cuidado de adultos, mas também, e principalmente, no cuidado de crianças com necessidades especiais.

Maria cuidou da mãe de Ana Beatriz durante um ano e para a tristeza de todos, um ano depois a mãe de Ana Beatriz não pode suportar e lutar contra a doença e faleceu. Não antes de pedir a Maria que "por amor a Deus" nunca abandonasse a sua filha.

Com a morte da mãe, o pai se responsabilizou pela criação do irmão mais velho de Ana Beatriz (já que este filho era normal), afastando-o de uma vez por todas da vida deste ser humano que desde seu nascimento conheceu unicamente o abandono por parte dos que a deveriam amar. Também com a ausência da mãe, veio a ausência (desta vez definitiva) da família materna.

A família, símbolo principal de união. A família, criada por Deus para ser o apoio em nossas vidas, nosso pilar e nosso norte. Essa mesma família, foi a responsável pela maior tristeza na vida de um ser humano que nada fez para ser tão desprezado, a não ser o fato de não estar dentro dos padrões de "normalidade" impostos pela sociedade.

E é assim que desde os 15 anos, essa pobre menina rica vive, por assim dizer, sozinha no mundo. Abandonada pelo pai, pelo irmão e pela família, afastada de sua mãe pelas mãos do Criador, vivendo em uma casa bonita, mobiliada exclusivamente para suas necessidades, uma conta bancária invejável; no entanto, acompanhada unicamente de Maria, a enfermeira a quem ela ama como se fosse sua própria mãe, a profissional que deixou de sê-lo para se transformar na companhia inseparável de Ana Beatriz, chorando com suas tristezas, sorrindo com suas alegrias, dedicando-se a ela como a uma verdadeira filha, dando a Ana Beatriz o que todo o seu dinheiro nunca conseguiu comprar, AMOR.

Essa é Ana Beatriz. Deficiente mental, 20 anos (e idade mental de 4), linda (por dentro e por fora), alegre, ladra de corações (sim, porque temos nosso coração roubado por seu carinho no momento imediato a conhecê-la), rica e solitária.

E essa é Maria. Enfermeira, solteira, 45 anos, sem filhos biológicos, expressão máxima do AMOR INCONDICIONAL. Um exemplo de vida e amor ao próximo!

Então, como é Natal, época dedicada ao AMOR, deixo esta mensagem para que possamos refletir no que realmente deve ter valor em nossas vidas.

Essa é uma história verídica, vivida e ouvida por mim, Carmem L Vilanova, que as conheço e por quem tenho um carinho e um respeito imenso.

Que o espírito de AMOR de D. Maria seja o que impere em nossas vidas a partir de hoje e que a alegria e vontade de viver de Ana Beatriz sejam nossas companheiras inseparáveis.

FELIZ NATAL A TODOS!

Beijos, flores e muitos sorrisos!

PS: Esta postagem é parte do Concurso Literário: "Então é Natal", promovido pelo nosso querido Espaço Aberto, do qual participo com enorme carinho e gratidão.



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Monday, November 29, 2010

Para refletir...

Quando você era bem pequeno...


...eles gastavam horas lhe ensinando a usar talheres nas refeições...


... ensinando você a se vestir, amarrar os cadarços dos sapatos, fechar os
botões da camisa..


Limpando-o quando você sujava suas fraldas, lhe ensinando a lavar o rosto, a se
banhar a pentear seus cabelos...




...lhe ensinando valores humanos...



Por isso...


...quando eles ficarem velhos um dia...e seria bom que todos pudessem chegar até



...quando eles começarem a ficar mais esquecidos e demorarem a responder...


...não se chateie com eles...


...quando eles começarem a esquecer de fechar botões da camisa, de amarrar
cadarços de sapato...

...quando eles começarem a se sujar nas refeições...


...quando as mãos deles começarem a tremer enquanto penteiam os cabelos...


...por favor, não os apresse...porque você está crescendo aos poucos, e eles
envelhecendo...

...basta sua presença... sua paciência... sua generosidade... sua retribuição...


...para que os corações deles fiquem aquecidos...


...se um dia eles não conseguirem se equilibrar ou caminhar direito...


...segure firme as mãos deles e os acompanhe bem devagar
respeitando o ritmo deles durante a caminhada...
da mesma forma como eles respeitaram o seu ritmo
quando lhe ensinaram a andar...


fique perto dêles...assim como...


...eles sempre estiveram presentes em sua vida,
sofrendo por você...
torcendo por você...

e vivendo "POR VOCÊ"

(Recebido por email - desconheço o autor)


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Tuesday, November 23, 2010

Pense...


"Discutir para expor pontos de vista só é válido quando há respeito pela diferença e individualidade do outro".

(Eugênio Mussak)


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Sunday, November 21, 2010

Campanha Blogueira Educada



Por meus passeios na blogosfera há alguns dias, encontrei no blog de minha amiga Uni ver sos uma campanha interessantíssima que ela, por sua vez, havia visto no site da Flávia (Compartilhando Idéias) e achei por bem publicar aqui também.

Nestes meus mais de 6 anos de vida blogsférica, já vi de tudo um pouco, mas há algo que ainda hoje persiste em algumas visitas que recebemos: a falta de respeito!

Como a Flávia comentou no blog dela, a falta de respeito pode vir disfarçada de várias formas, entre elas estão situações como: usar palavras inadequadas, fingir que leu o texto sem haver lido, simplesmente usar o Ctrl+C-Ctrl+V para comentários massivos, não responder a comentários recebidos (esse pecado eu ainda cometo e peço perdão publicamente aos meus amigos), tomar posse de artigos publicados em outros blogs como se fossem próprios e não colocar referências, etc, etc, etc, e por aí vai uma lista infindável que sabemos que todos nós (alguns mais, outros menos) acabamos por cometer e isso é um fato!!!

É certo que em alguns momentos não podemos fazer as visitas que gostaríamos, nem os comentários que gostaríamos, neste caso, melhor seria, então, deixar simplesmente "beijos, flores e sorrisos", como forma de dizer "ei, eu estava com saudades e vim-lhe ver... voltarei com mais tempo depois"... e... voltar!!!

Vamos passar o respeito a diante, meu queridos!

Acredito que vale a pena!

Beijos, flores e muitos sorrisos!


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Saturday, November 13, 2010

A sensatez de Herbert Vianna

Até que enfim alguém falou algo sensato neste planeta...

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Cirurgia de lipoaspiração? Pelo amor de Deus eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?

Uma coisa é saúde, outra é obssessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a autoimagem. Religião, é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação.

Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.

Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.

A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?

A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.

Não importa o outro, o coletivo. Jovens não têm mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.

Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal, mas...

Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.

Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

"Cuide bem do seu amor, seja ele quem for".

(Herbert Vianna)


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Monday, November 01, 2010

Casamento... para refletir!

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente  perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim  a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse  Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:  "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento.. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco.. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

(Desconheço o autor)

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Saturday, October 02, 2010

Respeito a Qualquer Idade

Você pode ter uma vida repleta de respeito a qualquer idade. Você pode despertar todas as manhãs, potencialmente inspirado, centrado, com uma sensação de muitas opções e oportunidades diante de si.

Respeito é um poder interno, e sua natureza pode transformar-nos. A melhor parte disso é que o respeito é livre, natural e continuamente disponível. Tudo o que você necessita é a boa vontade em despertar para este sentimento, e para tanto, tente ver a vida sob uma nova perspectiva.



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Monday, June 28, 2010

Saiba expressar-se



O estresse pode nos fazer agir de forma que nos iremos arrepender depois.

É absolutamente normal que tenhamos emoções problemáticas e por isso é tão importante que conheçamos nossos sentimentos.

Seja, no entanto, cauteloso para não enviar energias como "dardos envenenados" a si mesmo, aos outros, ou ao mundo.

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